Escolher uma região logística não é decidir qual endereço parece mais valorizado. É entender qual localização oferece a melhor combinação entre acesso, custo, disponibilidade e eficiência para aquela operação.
Os dados do segundo trimestre de 2026 mostram como essa análise pode mudar de uma região para outra.
Em Barueri, a vacância dos condomínios logísticos de alto padrão ficou em apenas 0,8%, com preço pedido médio de R$ 36,86 por metro quadrado. A localização favorece empresas que valorizam a conexão com a Rodovia Castelo Branco e a proximidade da região oeste da Grande São Paulo. A disponibilidade reduzida, porém, exige planejamento.
Cajamar encerrou o período com vacância de 5,1% e preço pedido médio de R$ 36,77 por metro quadrado. A região registrou mais de 101 mil metros quadrados de absorção líquida no trimestre e continua concentrando operações de distribuição ligadas aos eixos Anhanguera e Bandeirantes.
Guarulhos apresentou vacância de 1,7% e o maior preço médio entre essas quatro regiões: R$ 42,02 por metro quadrado. A proximidade do Aeroporto Internacional, da Rodovia Presidente Dutra e do mercado consumidor da Grande São Paulo pode justificar o valor para operações que dependem desses acessos.
Campinas, por sua vez, registrou vacância de 4,5% e preço pedido médio de R$ 22,42 por metro quadrado. É uma diferença relevante para empresas que podem operar mais distantes da capital e valorizam a conexão com o interior, Viracopos e outros mercados regionais.
Os valores são preços pedidos médios de empreendimentos de alto padrão, não representam necessariamente o valor final de uma negociação. Também não respondem, sozinhos, qual região é mais vantajosa.
Uma empresa que realiza entregas diárias na capital terá uma conta diferente daquela que abastece o interior. Uma operação com grande circulação de carretas pode priorizar acessos e pátio. Outra pode depender mais da disponibilidade de mão de obra, da proximidade de fornecedores ou da capacidade de expansão.
É nessa tradução entre mapa logístico e mercado imobiliário que a Vale Vitória contribui.
Ao analisar uma demanda, cruzamos as características da operação com as possibilidades de cada microrregião. Isso permite comparar imóveis considerando o que realmente interfere no negócio: quilômetros percorridos, tempo de rota, perfil da frota, infraestrutura, prazo de ocupação, custos de adaptação e crescimento esperado.
Em alguns casos, a região com aluguel mais baixo entrega o melhor resultado. Em outros, pagar mais por uma localização próxima ao consumidor reduz custos operacionais suficientes para compensar a diferença.
Antes de escolher o endereço, vale responder cinco perguntas:
- Onde estão os principais clientes?
- Por quais rotas chegam os fornecedores?
- Qual é o perfil dos veículos utilizados?
- Quando o novo espaço precisa estar operando?
- Quanto a operação pode crescer durante o contrato?
Com essas respostas, a Vale Vitória pode estruturar uma análise regional, comparar alternativas e apresentar imóveis compatíveis com o projeto da empresa.
Se sua operação está avaliando Barueri, Cajamar, Guarulhos, Campinas ou outro eixo de São Paulo, compartilhe conosco os requisitos da busca. Vamos ajudar a transformar as necessidades do negócio em critérios claros de localização.
Fonte: Cushman & Wakefield, MarketBeat Industrial, 2º trimestre de 2026. Vacância e preços pedidos referentes a condomínios logísticos de alto padrão.





